No ego de Napoleão: citações de um imperador megalomaníaco narcisista

Napoleão cruzando a passagem de São Bernardo
em tela de 1800, pintada por Jacques Louis David
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“Circunstâncias? O que são as circunstâncias? Eu sou as circunstâncias!


"Para governar é preciso aproveitar-se dos vícios dos homens, não de suas virtudes."


“A História é um conjunto de mentiras sobre as quais se chegou a um acordo.

“A glória é fugaz, mas a obscuridade é eterna.”

“Uma revolução é uma opinião apoiada por baionetas.

“Nunca interrompas o teu inimigo enquanto estiver a cometer um erro.

 “Todo o homem luta com mais bravura pelos seus interesses do que pelos seus direitos.

“Em tudo quanto se empreende, há que atribuir dois terços à razão e o outro terço ao acaso. Se aumentardes a primeira fracção, sereis pusilânime. Aumentai a segunda, sereis temerário.

“O amor não passa de uma asneira cometida por duas pessoas.

 “A religião é aquilo que impede os pobres de matarem os ricos.

“A capacidade pouco vale sem oportunidade.

“Para se fundar uma religião é preciso primeiro morrer e depois ressuscitar, a primeira eu não quero, a segunda eu não posso.”

“Posso perdoar, mas esquecer é outra coisa.

“A grande arte é mudar durante a batalha. Ai do general que vai para o combate com um esquema.

“O tolo possui uma grande vantagem sobre o homem de espírito; está sempre contente consigo mesmo.

“Ser grande é ser limitado.

A Coroação de Napoleão
Tela de Jacques Louis David, 1805-07
Musée du Louvre - 6,21 X 9,79 metros
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Nos anos 30, do século XIX, Honoré de Balzac realizou uma pesquisa sobre o pensamento de Napoleão Bonaparte (1769-1821) e publicou uma coletânea de frases e ideias do imperador francês. Acabou por se tornar uma referência nas citações sobre Napoleão. Há uma edição em português a preços módicos:
"Como Fazer a Guerra: Máximas e Pensamentos de Napoleão", recolhidos por Balzac, editado pela L&PM:

Também compensa:
a Biografia de Napoleão Bonaparte escrita por Stendhal

Compensa também:
as telas pintadas por Jacques Louis David
Abaixo, A Morte de Marat, de 1793:

1 comentários:

João Carlos disse...

“A religião é aquilo que impede os pobres de matarem os ricos.”